Felipe Peixoto marca encerramento de campanha com ato que reuniu cerca de 300 pessoas na Praça Araribóia

Felipe Peixoto marca encerramento de campanha com ato que reuniu cerca de 300 pessoas na Praça Araribóia

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Candidato agradeceu apoios e falou sobre cassação da liminar que proibia alertar eleitor que Rodrigo Neves está citado na Lava Jato

 

Após percorrer ruas do Centro da cidade em carro aberto com a vereadora carioca Verônica Costa, a “Mãe Loira”, e o seu filho Jhonatan Costa, cantor de funk, o candidato a prefeito de Niterói pelo PSB, Felipe Peixoto, realizou no fim da tarde desta quinta-feira, 27, ato público que reuniu cerca de 300 pessoas na Praça Araribóia e marcou o encerramento da campanha da coligação Cidade Limpa. Ao lado do vice Antônio Rayol, do deputado federal Hugo Leal que preside o PSB Estadual e correligionários, Felipe agradeceu os apoios diferenciados recebidos nesse segundo turno, falou da satisfação de ter feito uma campanha limpa e destacou a recente decisão da Justiça de cassar uma liminar concedida pela 199ª Zona Eleitoral que caracterizava censura e cerceamento à liberdade de informação: a que impedia divulgar que o prefeito Rodrigo Neves está citado na operação Lava Jato.

 

– Durante todo o segundo turno, tentaram calar a nossa campanha e nossos apoiadores. Sofremos ameaças verbais e físicas, e até ataques a carros de som que circulavam com mensagens informando à população que Rodrigo Neves é citado na Lava Jato. Trabalhamos com a verdade, baseados em fatos, e assim vamos seguir nas ruas até o último minuto, em interação direta com as pessoas, apresentando nossas propostas, esclarecendo acusações infundadas e alertando o eleitor que o nome do prefeito está na delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, preso e condenado pela operação, dono da Constran que executa a Transoceânica e doador das campanhas de Rodrigo desde a época de vereador pelo PT. A população não merece ser enganada – ressaltou Felipe Peixoto, único candidato que tem propostas de combate à corrupção, como a criação de uma Corregedoria para controlar os contratos na Prefeitura.

 

Enceramento – O ato em frente à estação das barcas contou com a participação e fala de presidentes de diversos partidos da coligação, do vereador eleito João Gustavo e de personalidades que foram reforçar o apoio a Felipe, como o ex-goleiro Roger Noronha, e ainda políticos de partidos fora da aliança, como Marcão do Coco (PSOL) e Rafael Antunes (PDT). No evento, Felipe frisou a importância do voto consciente, alertando à população que não se deixe levar por pesquisas que, a exemplo do que ocorreu no primeiro turno, não refletem a realidade.

 

– Chegamos ao segundo turno contrariando pesquisas enganosas com intuito de influenciar o eleitor. Por isso, o eleitor precisa estar ainda mais atento, buscando se informar sobre as propostas de cada candidato para fazer a escolha consciente, tendo em mente que a decisão tomada neste domingo valerá por, pelo menos, quatro anos – alertou Felipe.

 

Outras agendas – Depois do ato público, o candidato se reuniu no Comitê de campanha com voluntários a fiscal de partido e teve ainda encontro com o ex-vereador Gegê Galindo, que caminha com Felipe desde o primeiro turno. A atividade com Mãe Loira atraiu a atenção de populares e comerciantes, retribuindo com acenos e manifestações de aceitação. “Apoio Felipe porque ele é ficha limpa, o que é primordial. Ele tem também compromisso que é a nossa bandeira: profissionalizar o jovem e dar a oportunidade do primeiro emprego”, disse a vereadora eleita quatro vezes, que tem a carreira política pautada na luta pelo direito dos jovens, sendo autora de diversas leis, como a do Primeiro Emprego e de Combate às Drogas.

 

Sobre a liminar – O acórdão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro ressalta que a censura prévia é inadmissível e lembra que liberdade de informação, opinião e de expressão estão asseguradas constitucionalmente, além de reconhecer que os fatos contestados pelo candidato à reeleição foram amplamente divulgados pela imprensa escrita e pela internet. Os desembargadores não reconheceram “caracterização de qualquer ato ilícito eleitoral” que tivesse sido praticado pela campanha de Felipe Peixoto.

 

– Estamos no campo da democracia, na qual o leitor tem o direito de ser informado. Não é mentira que o candidato Rodrigo Neves esteja citado na Lava Jato. Todos sabemos que está citado. Isto é censura prévia, é impedir que o eleitor conheça o candidato em que está votando. Não temos este direito aqui. Isto é um atentado contra a democracia, contra a liberdade de informação, de expressão, de opinião, caríssimos no processo democrático. Não existiria democracia se não existisse a liberdade de opinião, principalmente num país como o nosso, onde a imprensa é nossa aliada – defendeu a desembargadora eleitoral Jacqueline Montenegro em seu parecer, destacando que a liminar nem deveria ter sido concedida.

Fotos de André Redlich

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